As empresas mais empáticas (e as menos) em 2016


08 dez 2016

Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. É sentir o que o outro sente.

E essa capacidade será cada vez mais valorizada nas empresas. Tanto é que em 2015, foi criado o Índice Global de Empatia.

Esse índice mapeia quais seriam as empresas que estão criando com sucesso culturas empáticas. E quais seriam aquelas que conseguem criar um ambiente de prosperidade para as equipes, gerando um maior retorno financeiro.

Agora em 2016, a metodologia usada dividiu a empatia em 5 categorias: ética, liderança, cultura organizacional, percepção de marca e mensagens públicas através das mídias sociais.

No ranking só tem empresas grandes, justamente pelo critério ´Liderança´ e ´desempenho financeiro´…

E de fato há um link entre empatia e sucesso comercial: as empresas são mais lucrativas e produtivas quando agem de forma ética, tratam bem seus funcionários e se comunicam melhor com seus clientes.

Mas, nós do O Futuro das Coisas, gostaríamos de ver esse ranking no conceito puro da empatia: a capacidade de compreender o estado emocional das pessoas (clientes, funcionários…) e a habilidade das empresas e de seus funcionários de aceitar e conviver bem com a diversidade…

Nessa perspectiva, gostaríamos de saber o ranking das empresas mais empáticas, tolerantes e que melhor convivem com a diversidade.

Afinal, a necessidade de desenvolver empatia está no cerne do esforço de encontrarmos soluções para problemas mundiais como pobreza extrema, fome, intolerância religiosa, abusos dos direitos humanos, aquecimento global, etc.

Abaixo o ranking: as mais empáticas (em AZUL) e as menos empáticas (em LARANJA):

Fonte: Harvard Business Review

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Redação O Futuro das Coisas
Redação O Futuro das Coisas

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Comments

  1. Curiosamente, o reflexo na satisfação das empresas está diretamente ligado às inteligências cognitivas emocionais (Howard Gardner – 1983), as chamadas QE. As inteligências lógicas, de raciocínio, as chamadas QI, ainda exigidas por algumas empresas, estão praticamente todas maximizadas pela tecnologia da informação (Musical, Espacial, Linguística, Matemática e Motora). Logo, o diferencial de empresas do futuro será desenvolver, reter e agregar pessoas que sabem interagir com as tecnologias (QI), mas que principalmente, são extremamente desenvolvidas em seu QE (relacionamento intrapessoal, interpessoal, ambiental e espiritual), ainda pouco distante da Inteligência Artificial.

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